Plantas que tanto curam como alienam ou matam

 


 


 


 


Erva dos Sonhos


Sementes

 


Conhecida no meio científico como Entada rheedii, esta trepadeira é originária do sudeste da África e tem outros nomes pelos quais é conhecida: erva dos sonhos, feijão dos sonhos ou erva dos mares. Pode-se-à encontrar, também, na Ásia e na Oceânia, sendo utilizada em diversos países para o tratamento de doenças de pele, icterícia, dor de dentes, úlceras e outras doenças, inclusive em bebés. 


Nas comunidades tradicionais da África do Sul, a planta também tem uso em rituais pela capacidade de induzir os utilizadores a terem sonhos lúcidos, o que, creem os mesmos, lhes permite a comunicação com o mundo espiritual. Para tanto, precisam consumir a polpa interna das sementes, que são, como pode ver-se, enormes.
As vagens chegam a um metro de comprimento e, os grãos, a mais de 10 centímetros. A polpa pode ser comida fresca ou raspada, seca e fumada, misturada depois a outras ervas, como o tabaco. As sementes também costumam ser vendidas como amuletos de boa sorte.


Iboga


Utilizam-na no tratamento de depressão, na picada de cobra, impotência masculina, esterilidade feminina, Aids e também como estimulante e afrodisíaco. A Iboga é uma raiz oriunda da África Central. A ibogaína, principio ativo da planta, é perigosíssima e tem efeitos devastadores sobre o cérebro, mas, diversos usos medicinais.


Também se mostrou eficaz no tratamento de dependência química, mas pode levar ao coma, gerar alucinações fortíssimas e conduzir à morte. Durante o coma, muitas pessoas relatam viagens astrais a outros mundos e experiências fora do corpo. Os adeptos de uma religião chamada bouiti, nos Camarões, acreditam que ela os leva ao mundo dos mortos e ajuda na cura de doenças místicas, como a possessão.


Sálvia


 


Nativa do México, a sálvia tem uma infinidade de usos. Desde a culinária até a medicina popular a sálvia é muito eficaz no combate à ansiedade, irritabilidade, transtornos da menopausa, diabetes,  tratamento de gastrites, úlceras, cicatrizante, antisséptica, hipoglicémica, antirreumática, amiga do coração, anti-inflamatório (garganta), bactericida, adstringente e… alucinatória. Porque é rica em salvinorin A, um psicoativo que pode induzir visões.



Os mazatecas, que habitam a região da Sierra Madre, costumam usá-la nas suas cerimónias religiosas como forma de entrar em contacto com os deuses. Pode ser consumida em forma de chá ou mastigando as folhas.
Provoca dissociação da realidade, imagens que remetem para outras dimensões e contactos com outras inteligências, efeitos que só podem ser comparados com os da Dimetiltriptamina, principio ativo da Ayhuasca. Desde 2012, o uso e cultivo da Salvia divinorum é proibida no Brasil.


 


Artemísia 


Consumida desde a antiguidade, a planta foi baptizada com este nome em homenagem à deusa grega Ártemis, filha de Zeus. Possui diversas propriedades medicinais e costumava ser receitada por Hipócrates, o pai da medicina, no tratamento de cólicas menstruais, reumatismo e dores de estômago.
Quando consumida em altas dosagens, pode provocar alucinações devido à presença de tujona na sua composição. Também é utilizada na indução de sonhos lúcidos, trazendo à luz do dia, medos e traumas subconscientes. Pode beber-se em forma de chá, ou fumada e utilizada como incenso. A artemísia é uma das plantas alucinogénias usadas na fabricação de absinto e a responsável pelo efeito alucinogénio da bebida.


 


Xhosa - (Raiz dos Sonhos)


  


Nativa do sul da África, a Silene capensis é também conhecida como raiz dos sonhos e utilizada em rituais de iniciação de algumas tribos. Em geral, a raiz é transformada em pó e bebida com água.
Não produz qualquer efeito em utilizadores despertos, mas consegue induzir sonhos mágicos e proféticos.


 


Fonte: tuasaude.com.drogas-naturais e 360meridianos e outros sites




 

 



 

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