Clássicos constantes da minha trilha sonora III - Talvez a música da minha vida
"A vida é a perda lenta de tudo o que amamos."
Maurice Maeterlinck
Diz-me, tanto... Diz-me, tudo! Está tudo, ali. Tudo aquilo, em que creio. Tudo o que gostaria ficasse... depois de mim. É, segundo o que penso, uma das melhores letras, cantada por uma voz saudosíssima, que tivemos a gratidão de "conhecer" e ouvir.
Outra alma que se transformou em Estrela, quando na Terra "ascendeu" ao estrelado e foi, igualmente, um ícone. O que não equivaleu a "sossego interior" ou realização, propriamente dita.
Todas as letras dos Linkin Park são de uma força... Lições de vida. Gritos de revolta, pedidos de auxílio. Denúncia, inquietação, intervenção... Uma das bandas que elejo como das melhores que já ouvi e que infelizmente, nunca vi, porque fui adiando. Depois... o Chester, morreu. Entendeu que chegara a altura do descer do pano. Da último aplauso. Do derradeiro acorde... e olhar. Foi!
Quem sabe à procura, ainda do que lhe faltava... porque ter-se tudo, não significa que nos sintamos terrivelmente, pobres! Não o censuro. Nem lhe posso levar "a mal" que nos deixasse "prematuramente" e nos tornasse mais pobres. Mais, vazios.
Descansa, em paz!
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