Repugnância...

 


 


 


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A raça humana excede-se. Em tudo! Podemos inclusive atribuir, a alguns, o grau de doutores/mestres no piorzinho que há. Espanto-me. Pasmo, quando as vejo chegar à praia de pestanas postiças. Unhas de meio metro, envernizadas, a preceito. De pulseiras, brincos e colares. Embrulhadas nos seus paleos ou vestidas  "a rigor" para a ocasião. com a Caras, Happy, Cristina, Women’s Health, Vogue, e afins no cestinho de verga... perfumadas até ao fim da praia. Elegantes até à quinta potência e a esbanjar "estilo" e olhares lascivos, a cada centímetro de areia.


Depois, eu, imperatriz da insignificância. Adepta da passagem por entre os intervalos da "chuva", com o livrito que estou a ler na altura, deixado sagradamente pousado onde um grão de areia o não estrague... lembro-me de ir "ao banho" e o que encontro logo às 9h da manhã na água? Dois pensos higiénicos. Um, diário, outro... daqueles!


Embrulha-se-me o estômago. Apossa-se de mim uma cólera infinita... porque depois de me instalar e de atravessar o areal, uma hora antes, numa descontraída caminhada, já encontrei:


 



  1. Uma garrafa de cerveja de litro e meio, abandonada na areia;

  2. Duas rolhas de garrafa de vinho, cortiça, uma perto da outra; 

  3. Mais adiante, um maço de cigarros, vazio, mas que as ondas levam e trazem ao sabor da sua dança;

  4. São incontáveis as beatas ora molhadas, ora secas, ao redor...


 


E isto para não falar, em certas coisas que depois de usadas... não se tem o mínimo cuidado de as jogar no lixo! Com uma praia cheia de caixotes, bem equipados, para os receber. A sério! Eu esbofeteava esta gente! Fazia-a engolir, pedacinho a pedacinho, toda a esterqueira em que transformam areal e água. E... gostava tanto que, por um acto de mágica, quando estes suínos largam os seus detritos sem ter em atenção que outros utilizam os mesmos espaços... o mar, lhes desse uma valente coça. Ou, os engolisse a areia. Era menos um sabujo ao cimo da terra. 


Não vêem, ou não raciocinam porque são lerdas, que no caso dos pensos higiénicos como têm a parte aderente plastificada, aquilo não se "dissolve" no líquido. Era... colar-lhos na testa! Para se ficar a saber da finesse com que tanta porca frequenta a praia... Sempre com muito pedigree. Muito, "não me toques!"


O mais engraçado é que afirmam ter vergonha de ir a uma farmácia comprar a pílula do dia seguinte (coisas muito normais e que afinal, fazem parte da vida) mas, já não têm, dos comportamentos e declarações ordinárias que adoram difundir! Da vulgaridades de descrições, ao pormenor, sobre a vida íntima e assuntos congéneres. Como não se coíbem de largar um penso (destes) na água.


 


 


 

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