Das duas, uma...
Ou a jovem, doce e profissionalíssima doutora não é tão profissional como se desejava, ou o meu olho... como tudo o resto é rebelde! Indomável.
Estive convencida de que o pior passara durante, sensivelmente, três horas. A seguir... regrediu tudo e estou, basicamente, na mesma! Com excepção dos flashes luminosos, estou, como estava. E aborrecida! Melhor dizendo, um bocado para o intratável, desde ontem.
Pede a lógica e a seriedade do caso que me desloque, quanto antes ao médico que me segue e conte o sucedido. Espere que ele avalie e daí... fazer qualquer coisa!
Mas isso seria se eu, fosse outra pessoa. O homem dá consulta às terças. Na próxima... a minha mãe tem também uma consulta no Hospital, a que não pode faltar. Não há quem a possa levar, senão eu e a minha miúda.
Na outra? Valores mais altos se levantam, porque entendem fazer-me andar "em peregrinação". Devia chamar-me Ermengarda. Assim, a minha "imagem" já não era peregrina. Mas... de princesa, imperatriz e similares, também tenho pouco...
Logo: Dia dezasseis, marquei consulta. Isto, se no dia nove, não se saírem com novidades que me façam desmarcar tudo de novo e pôr em risco a minha visão. Seja!
"Calma. Respira. Nada dura para sempre", é o que costumo repetir de mim, para comigo. E esta fase, também há-de passar... stressar para quê?! Tudo passa. Até, nós.
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