Sobre os Sapos do Ano

 


 


 


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Voltou o Outono e com ele, a eleição dos Blogs do Ano. Dos Sapos do Ano. E tantos outros regressos... que já se aguardavam! Sobre os Blogs do Ano não me pronuncio.


Não sei quais são! Não me suscita curiosidade ou, interesse. Nem sequer visitei o lugar que procede à eleição e nem preciso, para ficar a saber depois, completamente ignorante do processo todo enquanto decorre, que ganhou uma (ou um) iluminado qualquer, que influencia não sei o quê, é desses que todos idolatram e tem um peso no PIB fenomenal.


 


Sobre os Sapos do Ano e porque me deparei com isso escrito, já não sei onde, diria apenas que:


 


Num país de Poetas e em qualquer "concurso", que se preze de escolher sítios onde se Escreve, não existir a categoria POESIA (sim, escrevo-a com letra grande, porque grande foi, é, e sempre o será..) é como não cantar o Hino quando a bandeira é içada.


Como... entrar numa igreja e não fazer o sinal da cruz, vergando o joelho ante o altar. Já se na pia não existe água benta, isso será culpa do prior. Ou do sacristão. Penso ser esse o nome do indivíduo. Não ter esse gesto... para os cristãos, será como cuspir sobre o Corão, para os muçulmanos.


Daí, que... é só o que apraz dizer, quando outras categorias se sobrepõe a Camões. Pessoa, Espanca, Mello Breyner e tantos outros.


É que: Diariamente vejo tantos falar de POESIA. A confessar amar a POESIA. Frequentarem eventos e partilhar livros e excertos de POESIA(S). Eles, próprios, a poetar.  E afinal onde é que ela está... Que lugar ocupa, realmente, na alma de cada um?


 


 


 


 


 

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