Tradições Pagãs



 




TRADIÇÕES PAGÃS



Existem muitos caminhos dentro do Paganismo. Alguns, costumam orar sozinhos ou, fazê-lo como membros de variados grupos. Muitos desses caminhos estão claramente definidos e têm uma estrutura, com os seus próprios ensinamentos. Outros não.  Dos caminhos mais populares dentro do Paganismo, destaca-se a Wicca (feitiçaria moderna), o Druidismo, e a Tradição do Norte (Escandinava e Anglo-Saxónica).
Outras tradições pagãs ressurgiram após o regresso do Paganismo, tal como a Tradição Ibérica.


 


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fotografia tirada por mim, em Stonehenge (Maio/2013)

 


STONEHENGE


 


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fotografia tirada por mim, em Stonehenge (Maio/2013)


 


Tradição do Norte




É um conjunto de religiões populares que vêem do norte da Europa. A tradição do Norte segue a mitologia nórdica e os seus muitos Deuses e Deusas tal como Thor, Freya, Woden e outros. Existem vários Festivais durante do ano e tal como noutros caminhos pagãos, existe igualmente uma tradição de magia. Os seguidores reúnem-se para celebrar em grupos chamados Hearths e dentro dos Hearths, todos são reconhecidos como sendo iguais.




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fotografia, minha (Maio/2013)

 



O Druidismo



 


O de hoje, é um eco do Druidismo do passado. Os Druidas eram os profetas, mágicos, videntes, curandeiros e conselheiros das tribos pré-cristãs. Os Druidas de hoje buscam a maior parte da sua inspiração nestas pessoas. Dentro do Druidismo existem os Bardos, os Ovatos e os Druidas. Os Bardos são contadores de história e poetas que usam o poder da poesia e da música, para contar os seus contos a outros. Esta parte do Druidismo é aberta a todos.


Os Ovatos são os profetas e os videntes que aprendem a libertar o poder das suas mentes, para dar uma visão do futuro. O Druida passa por ambos os graus, antes de se tornar no sábio, conselheiro e mestre. Os Druidas aprendem muito da tradição das árvores, plantas, pedras e tudo que faz parte do mundo natural. Também eles se reúnem para celebrar o passar das estações. 




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Todas as fotografias expostas são propriedade da autora e estão sujeitas a direitos de autor. Não é autorizo a reprodução em qualquer site, revista ou blogue sem autorização da própria.




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 Olhando estas imagens, muitos perguntar-se-ão: Quem se deslocará para ver um "monte de pedras, com tanta coisa ao redor interessante, para ver?" Poucos, ou ninguém! Erro, crasso. Tantos, mas tantos passeavam por lá. Ouviam e observavam com verdadeira adoração.  Este... foi, também, um dos meus lugares de culto/sonho, a visitar. Está, cumprido o desejo!


 


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TRADIÇÃO IBÉRICA



Em cada região, uma Divindade; a cada espírito Criador, o seu espaço! É o culto aos Deuses destas terras, tradição antiga mas renovada, sem contudo fugir aos conceitos e preceitos do antigamente. Os nossos ancestrais adoravam os seus Deuses com cultos diferenciados entre tribos e regiões. Amavam e respeitavam os lugares e espíritos da natureza, colhiam e caçavam com bravura e respeito.


No passado, a Península Ibérica foi palco de influências de vários povos entre eles os Celtas - daí o rótulo de Celtibero, mistura de povos Celtas e Ibéricos - , Fenícios e Cartagineses, depois Romanos e mais tardiamente entre outros, Suevos e Visigodos. Mas as nossas Divindades nunca se mesclaram totalmente, com as dos povos invasores.


Como Ibéricos temos uma tradição muito Ancestral na qual muitas das práticas exteriores, o culto dos adoradores vulgo povo, foram absorvidas pela religião católica surgindo mais tarde (em épocas festivas) tais como o Entrudo, Pascoela e Natal, nada mais que as datas aproximadas das festas que foram palco dos nossos Deuses. No entanto, os mistérios sempre permaneceram no segredo das Senhoras, dos Akerras, das Jãs e dos Naimen. A adoração e o Ritual dos Deuses Peninsulares, têm a ver com a Arte Antiga, hoje chamada Tradicionalista.


O espírito religioso dos romanos baseava-se na importação dos Deuses das várias regiões conquistadas e, assim, como quiseram absorver os poderes das tribos, assim pensavam os nomes dos Deuses locais e os aplicavam conforme as conveniências, sem contudo neles existir o verdadeiro sentido mágico-religioso. 


Foi o que aconteceu com a "nossa" Deusa Atégina que, após a romanização, virou Próserpina, nome deveras conhecido na mitologia romana, mas que muito antes de Roma se instalar, já os povos locais conheciam a lenda da descida da Deusa aos mundos inferiores, só que de outra forma. Aliás, este mito é comum à alma grupo universal do Neolítico ao Calcolítico e decorrentes.




 Templo de Baal MelKart


 


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E, cinco séculos antes de Roma, haviam já chegado os Gregos e Fenícios e, posteriormente os Cartagineses que não nos forçaram a Religiões impostas, mas foram bastantes influentes na passagem de segredos e mistérios aos Sábios tribais dos Santuários primitivos, já existentes na Península.


Não nos poderíamos alhear também da importância trazida pelas culturas Fenícia e Grega, cuja cultura resplandecente, causou assombro e respeito aos povos nativos do litoral com os cultos de Baal Merkart e de Tanith de Cartago, outrora aqui "adorados" na Nazaré, entre outros...


A nossa Tradição tem uma ancestral-idade reconhecida num vasto panteão autóctone, quase livre de influências exteriores, e nos variadíssimos vestígios históricos, que cada vez mais surgiram à luz dos homens.


O Panteão Ibérico é rico e tribal. As divindades a que "prestamos culto", existem nas antigas regiões da Bética, da Lusitânia e da Calaecia, Entre elas, estão as seguintes:


 




Imagem relacionada




Atégina - A Deusa Mãe



EndoVellico - o Curador;
Aerno - O senhor dos Ventos,
Atégina - A Deusa Mãe;
Trebaruna - A Guerreira e Protectora;
Tongoenabiagus - O Fertilizador;
Tanira - A deusa das Artes;
Nabica - Deusa das Águas; e Brigantés - Deusa guerreira (Norte).


 


 


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