Ride the Wild Wind
Às vezes ninguém me apanha. Sou superior à velocidade da luz. Mal descolo, fico invisível. Deixo-me ficar por lá indefinidamente. Sem razão que me chame, à razão. Causa, que me ate ao solo. Noutras... venho dócil comer à mão de quem me soube prender. Manter quieta e ao pé.
Soubesses, ter-me lido. Porque nunca foram precisas passwords de acesso... nem códigos, com combinações difíceis, para decifrar-me.
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