Stonehenge - Solstício de Verão

 


 


 


P5115145.JPG


Todas as fotografias são minhas e protegidas pelo direito de autor


 


TRADIÇÕES PAGÃS



Existem muitos caminhos dentro do Paganismo. Alguns veneram sozinhos ou como membros de variados grupos. Alguns caminhos estão definidos e têm uma estrutura com os seus próprios ensinamentos e outros não, mas alguns, dos mais populares, dentro do Paganismo são a Wicca (feitiçaria moderna), o Druidismo, e a Tradição do Norte (Escandinava e Anglo-Saxónica).
Outras tradições pagãs ressurgiram após o regresso do Paganismo, tal como a Tradição Ibérica.


 


P5115128.JPG


 


Tradição do Norte



É um conjunto de religiões populares que vêem do norte da Europa. A tradição do Norte, segue a mitologia nórdica e os seus muitos Deuses e Deusas, tal como Thor,Freya, Woden e outros.


Existem vários Festivais durante o ano e, tal como com outros caminhos pagãos, existe também uma tradição de magia. Os seguidores reúnem-se para celebrar em grupos chamados Hearths e dentro dos Hearths, todos são reconhecidos como sendo iguais.


 


P5115157.JPG


 


O Druidismo



 



De hoje.. é um eco do Druidismo do passado. Os Druidas eram os profetas, os mágicos, videntes, curandeiros e conselheiros das tribos pré-cristãs. Os Druidas de hoje buscam a maior parte da sua inspiração nestas pessoas. Dentro do Druidismo existem os Bardos, os Ovatos e os Druidas.


Os Bardos são contadores de histórias e poetas, que usam o poder da poesia e da música para contar os seus contos a outros. Esta parte do Druidismo é aberta a todos.


Os Ovatos são os profetas e os videntes que aprendem a libertar o poder das suas mentes, para dar uma visão do futuro. O Druida passa por ambos os graus antes de se tornar no sábio, no conselheiro e mestre. Os Druidas aprendem muito da tradição das árvores, plantas, pedras e tudo do mundo natural. Também se reúnem para celebrar o passar das estações.


 


P5115148.JPG


Todas as fotografias expostas são propriedade da autora deste blog


 


P5115134.JPG


 


P5115129.JPG


 


TRADIÇÃO IBÉRICA



Em cada região uma Divindade; a cada espírito Criador, o seu espaço! É o culto aos Deuses destas terras, tradição antiga, mas renovada, sem  fugir aos conceitos e preceitos do antigamente. Os nossos ancestrais adoravam os seus Deuses, com cultos diferenciados entre tribos e regiões e amavam e respeitavam os lugares e espíritos da natureza. Colhiam e caçavam com bravura e respeito.


No passado, a Península Ibérica foi palco de influências de vários povos entre eles os Celtas - daí o rótulo de Celtibero, mistura de povos Celtas e Ibéricos - , os Fenícios e Cartagineses. Depois Romanos e mais tardiamente entre outros, Suevos e Visigodos. As nossas Divindades nunca se mesclaram totalmente com as dos povos invasores.


Como Ibéricos temos uma tradição muito Ancestral, na qual muitas das práticas exteriores e o culto dos adoradores, vulgo povo, foram absorvidas pela religião católica surgindo mais tarde em épocas festivas tais como o Entrudo, Pascoela e Natal.


Todas as datas aproximadas das festividades, que foram palco, dos nossos Deuses. No entanto, os mistérios sempre permaneceram no segredo das Senhoras, dos Akerras, das Jãs e dos Naimen. A adoração e o Ritual dos Deuses Peninsulares têm a ver com a Arte Antiga, hoje chamada Tradicionalista.


O espírito religioso dos romanos baseava-se na importação dos Deuses das várias regiões conquistadas. Assim para absorver os poderes das tribos, pensavam os nomes dos Deuses locais e aplicavam-os, conforme as conveniências, sem neles existir, contudo, o verdadeiro sentido mágico-religioso.


Assim aconteceu com a nossa Deusa Atégina que, após a romanização, virou Proserpina, nome deveras conhecido na mitologia romana, mas que muito antes de Roma se instalar, já os povos locais conheciam a lenda da descida da Deusa aos mundos inferiores, só que de outra forma. Aliás, este mito é comum à alma grupo universal do Neolítico ao Calcolítico e decorrentes.


 


Proserpina


Hiram Powers, Proserpine, 1839-1873, marble, Smithsonian American Art Museum


Resultado de imagem para Próserpina


 



E, cinco séculos antes de Roma, haviam já chegado os Gregos e Fenícios. Posteriormente os Cartagineses que não nos forçaram a Religiões impostas, mas foram bastantes influentes na passagem de segredos e mistérios aos Sábios tribais dos Santuários primitivos, já existentes na Península.


Não nos poderíamos alhear também da importância trazida pelas culturas Fenícia e Grega, cuja cultura resplandecente causou assombro e respeito aos povos nativos do litoral, com os cultos de Baal Merkart e de Tanith de Cartago, outrora aqui cultuados na Nazaré, entre outros...


A nossa Tradição tem uma ancestralidade reconhecida num vasto panteão autóctone, quase livre de influências exteriores, e nos variadíssimos vestígios históricos. O Panteão Ibérico é rico e tribal. As divindades que cultuámos, existem nas antigas regiões da Bética, da Lusitânia e da Calaecia. Entre essas várias Divindades, prestámos culto, às seguintes:



EndoVellico - o Curador;
Aerno - O senhor dos Ventos,
Atégina - A Deusa Mãe;
Trebaruna - A Guerreira e Protectora;
Tongoenabiagus - O Fertilizador;
Tanira - A deusa das Artes;
Nabica - Deusa das Águas; e Brigantés - Deusa guerreira (Norte).


fonte: http://pt.paganfederation.org/ccg.htm


 


Imagem relacionada


 


Solstício de Verão


Celebrações em Stonehenge


 


"Em Stonehenge, Inglaterra, o círculo de pedras gigantes, com cerca de seis mil anos, este é um dia muito especial, em que milhares de pessoas se juntam para saudar o início do verão.


Neste dia, precisamente, o sol nasce duplamente alinhado com a pedra de Heel, que se ergue solitária à entrada de Stonehenge, e com o seu altar. Fosse qual fosse a intenção dos seus construtores, e há inúmeras teorias que o dão ora como templo, ora como local de coroação de reis, ora como local de celebração de ritos fúnebres, a única certeza hoje observável é a deste alinhamento com as danças do Sol, o que parece apontar para a sua função de calendário astronómico.


Nesta altura do ano, são milhares as pessoas que viajam para lá, para assistir a esse momento mágico inicial do nascimento do dia alinhado com as pedras. Depois, a festa prolonga-se pelo dia fora, para culminar no momento exato do solstício, pelas 16.53, sempre com muitos aplausos.


Muitos do que ali comparecem para a festa do solstício de verão vestem-se de druidas, à maneira antiga, lembrando celebrações pagãs ligadas ao ciclo anual agrícola, mas também há quem ali vá apenas em piquenique, com a família e os amigos, para passar o primeiro dia de verão de uma forma diferente. Assim a meteorologia ajude.


Por cá, segundo o IPMA, o verão vai começar com céu pouco nublado ou limpo, com períodos de maior nebulosidade no Norte e Centro pela manhã. O vento anuncia-se fraco a moderado e as temperaturas, para já, não se antecipam especialmente quentes".


 Fonte: Diário de Notícias

Comentários

Mensagens populares