Mamãs recentes e futuras mamãs... vejam-no!
Ser mãe pode (e todos dizem que é), a melhor das coisas. Uma bênção que devemos agradecer eternamente e de que muitas mulheres são (injustamente) privadas, pela natureza.
Podemos validar este conceito como aceitável, mas não justo. Toda a mulher que desejasse ser mãe e tivesse capacidade de criar uma criança, com afecto e princípios, devia poder se-lo. E toda a mulher que não merece um filho, não o devia gerar. Aí, a natureza, falha!
Prosseguindo: ser mãe não é um conto de fadas madrinhas! Nem de príncipes encantados. É algo pelo qual, se passa, maioritária e habitualmente sozinha. Mesmo com o nosso companheiro, marido, o que for, ao lado, a esforçar-se e a tentar fazer parte desse universo de dificuldades, inseguranças, noites em branco e angústias. Tanta coisa, que é só, nossa. E cada mulher que é, ou já foi mãe, entende o que quero dizer.
Embora alguns pais ajudem e cada vez mais, seja essa a realidade actual (porque as mentalidades de sogras e de mães antiquadas, que protegiam os seus "principezinhos") e os ensinavam, que cabem à mulher, todas as tarefas da maternidade! As do cuidado do lar e as do trabalho por cima.
Este filme retrata muito bem, ou na perfeição, a "dureza" extrema e a dificuldade máxima da maternidade. Mas, também, a felicidade de ser mãe. O importante que é o amor e a união, do casal.
"I Love Us..."
"I love us, too"
Adorei vê-lo! Está muito bem concebido. É protagonizado por uma actriz que admiro imenso (e que foi co-produtora do filme) e, aqui, aparece com uns bons quilos a mais (25 kg), para desempenhar o papel.
Foca, também, o problema de haver mais filhos. E um facto importantíssimo; o de uma das crianças, requerer cuidados redobrados, por ser algo "especial".
Sobretudo, porque no fim se percebe, como Marlo consegue (e todas as mães, acabam por conseguir) alienando-se um pouco, ou adaptando-se mais facilmente à nova realidade de uma vida, que nunca mais volta a ser a mesma.
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