Pelo Douro Vinhateiro

 


 


Post publicado em 23-09-2019 - fotografias minhas


 


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Por esse Douro acima, de comboio, até ao Pocinho...


 


Houve quem nos dissesse que o Pocinho não tem nada para ver...  tem um cafezinho simpático, com uma senhora prestável. Memórias de outrora "prisioneiras" atrás de um vidro, de como se andava nas linhas (suponho) e peço desculpa pela minha ignorância caso esteja a errar. Não havia a quem perguntar. Tem uns azulejos lindíssimos que retratam as vindimas e os arredores, a precisarem de mais intervenção e vida... afinal.. 


 


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 Pela linha fora...


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Continuando... (Não tive audácia de pedir ao cavalheito para se desviar). Afinal o homem estava confortável e distraído. Seria português? Who Knows...


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Fotos tiradas, para cima da estação do Pinhão, onde a paisagem se torna mais seca. Montanhosa e sem tantos socalcos. Mas tão bonita, que mereceu as duas horas e meia, um pouco mais (ida e volta).


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 A certa altura parece-nos que o comboio desliza sobre a água. Nas curvas, "apertadas" sob uma linha estreita, alcançam-se os vários túneis que furam a rocha. Garças esvoaçam... patos, "descolam" dos seus sítios, largando um rastro de pequenas bolhas de espuma branca. É muito bonito!


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O rio... a "páginas tantas" desvia-se, muda de lado. Entra terra adentro, criando pequenos recantos de especial beleza e tudo parece um espelho... um grande espelho onde, por vezes, se dá o risco de uma embarcação que o percorre veloz ou pachorrentamente, desfruta. E há sempre, um adeus. Um aceno... Talvez um desejo secreto de boa viagem, para uns e outros. 


 


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Aqui e ali, ao longo do rio... quintas. Casas que serão estalagens, provavelmente, servidas por ancoradouros privados ou apenas utilizáveis pelos hóspedes. Barcos de recreio e sempre, os de grande ou médio porte... para cá e lá, numa azáfama diária deveras rentável. Talvez se faça pela vida no Verão. Sendo que desconheço se no Inverno existem cruzeiros ou se todo o rio será navegável. 


 


 

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