Coisas que me encanitam...

Quinta dos Loridos - Buddha Eden.



Parvati é considerada a forma da esposa de Shiva. Também é conhecida como caçadora de demônios e pelo nome de Durga sendo descrita como um aspecto guerreiro da Devi Parvati com 8 braços. O Durga Puja é o maior festival anual de Bengal e Gujarat.

"Ganesha é o deus do intelecto, da sabedoria e da fortuna para a tradição religiosa do hinduísmo e védica. De acordo com a mitologia hindu, Ganesha é o primeiro filho de Shiva e Parvati, e considerado um dos deuses mais importantes desta cultura".

Buda ou (Sidarta Gautama), nasceu por volta do ano de 556 a.C., em Lumbini, a capital de um pequeno reino próximo aos Himalaia, na actual fronteira do Nepal. Viria a morrer em Kushinagar, na Índia.

"Não acredites em algo simplesmente porque ouviste. Não acredites em algo simplesmente porque todos falam a respeito disso. Não acredites em algo simplesmente porque está escrito nos livros religiosos. Não acreditesem algo só porque os teus professores e mestres, dizem que é verdade. Não acredites nas tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas, depois de muita análise e observação, se vires que esse algo concorda com a razão e que conduz ao bem e benefício de todos, aceita-o e vive-o. Sê uma lâmpada para ti mesmo.".
Sidarta Gautama (Buda)

"O Eu é o mestre do eu. Que outro mestre poderia existir? Tudo existe, é um dos extremos. Nada existe é o outro extremo. Devemos sempre nos manter afastados desses dois extremos, e seguir o Caminho do Meio".
Buda
Nishikigoi

Quadro a óleo Janette Marvin
Lenda da carpa Koi
Segundo esta lenda, muito antiga, a carpa (Koi) tinha que atingir a fonte do rio Huang Ho (Rio Amarelo), que corta a China, na época da desova. Para isso, tinha que nadar contra a correnteza e saltar cascatas até à montanha Jishinhan.
A carpa que alcançasse o topo tornava-se um dragão. Devido a essa crença, acredita-se que uma carpa subindo a correnteza de um rio significa força, coragem e determinação para alcançar objectivos e superar dificuldades, tal como a descer, significa metas cumpridas.



Valerá a pena para alguns, continuar a escrever aqui? Partilhar conteúdos diversos, de uma forma assídua. Investir tempo e preocupação em consultar fontes fidedignas e ser-lhe o mais fiel possível. Tentar escrever de forma correcta, aceitando que há dias em que, por mais que se leia e releia, o erro acontece, mas aceitar a emenda construtiva com desportivismo e gratidão. Será que... manter um blog com continuidade e procurar que seja minimamente interessante, vale a pena?
O que serão conteúdos interessantes para os outros? Os mesmos que para nós? Não. Nem sempre. Mas, da diversidade de temas, existem sempre os que cativam. Por falar em cativar... será o Principezinho uma obra fundamental, a leitura de eleição, incontornável para todos?
Se eu aconselhar a qualquer pessoa, a leitura de Sidarta (Siddhartha Gautama) de Hermann Hesse estarei completamente errada? Também, não.
Há gostos para tudo, ainda que existam "coisas" que ninguém percebe. Qual o fundamento de se destacar um blog aberto, às vezes no próprio dia, com uma única publicação... em detrimento de pessoas que escrevem aqui há três, quatro, oito, dez, doze anos e nunca foram destaque?
Como se sentem essas pessoas, ainda que escrevam por amar a escrita e não com destaques em mente? Vale a pena, ainda, escrever aqui?

Valerá, se o que interessa é escrever e se tem a noção do amor com que se escreve. Portanto, mesmo, que ninguém lhe dê valor... dão-lho, os que têm orgulho no que fazem. Mas... que é lamentável dar-se apenas valor a uns quantos, é!
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