O pior de 2020

Quando 2020 decorria ainda, como outro ano anterior, ou seguinte...

Quando os rumores de uma ameaça mortífera, já corriam mundo. Nós desconhecíamos que bastariam mais onze dias para nada voltar a ser como antes.

O que muda entre a imagem da flor de cima e desta, em baixo?

Tudo! Um confinamento. Muitas perdas de vida. Seis meses de insegurança, angústia que não sabemos quando terminam. Ainda assim... a indiferença do mar. A sua beleza bravia, ou mansa. As flores!
Que não cessam de brotar e de abrir, mesmo em solo hostil. Talvez, querendo à sua maneira, transmitir-nos a mensagem de que; “Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe..."
O pior de 2020? A morte de inocentes. Angústia. Incerteza. Medo. Falências. Desemprego. A completa irresponsabilidade dos que continuam a jogar com a sorte e, a desperdiçarem a sua saúde e bem-estar, mas também, a porem a de terceiros em perigo.
As máscaras e luvas largadas na via pública. O egoísmo, ganância e selvajaria humanos que se intensificaram. Eu sei lá... e ainda faltam três meses para este ano terminar. O inverno, já está a caminho e as pessoas só se dedicam a futilidades, quando deveriam unir-se para a defesa comum. Não importa a idade, a crença, cor, o estatuto. Enfim...
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