Inverno.


Ao mar peço apaziguamento para o meu espírito em ebulição. À desolação deste gelo que nos fustiga, entrego o meu coração exaltado. Que o mais rigoroso dos invernos me tome nos braços e dê o conforto que nada parece trazer-me.
Sobre isto e aquilo, entre uma chávena de chá, ou de café, se o preferir.


Ao mar peço apaziguamento para o meu espírito em ebulição. À desolação deste gelo que nos fustiga, entrego o meu coração exaltado. Que o mais rigoroso dos invernos me tome nos braços e dê o conforto que nada parece trazer-me.
Que o mar atenda o seu pedido mas com muito carinho, pois ele, o mar, por vezes excedesse é isso não é bem..
ResponderEliminarMuito obrigada pela sua visita e palavras, Manuel. Seja bem-vindo a estes meus (re) cantos. Tem muita razão. O mar é belo e uma grande terapia, mas como com outra qualquer panaceia, temos que ter cuidado. Um bom domingo e tudo de bom para si.
ResponderEliminarO mar deu-nos a glória, a força deste povo de navegantes;
ResponderEliminarMas o mar também nos deu tragédia, quantos homens não se perderam nos mares á procura de novos mundos que ao mundo Portugal deu;
As mulheres de preto da Nazaré que nos remetem para uma dimensão trágica que frequentemente se abatia sobre as comunidades piscatórias.
Por isso, o mar, esta mesmo mar, deve-se ter respeito e respeito também deve ter o própria pelos seus limites no mar!
Deu-nos a glória que hoje é nenhuma, não é meu amigo? Tanta glória em dar mundos, ao mundo e agora andamos praticamente a viver de escolas.
ResponderEliminarO mar dá, mas tira muito mais. As mulheres da Nazaré e as de todos os portos, ao redor do mundo sabem como o mar é bom, mas extremamente traiçoeiro. Um déspota que quando entende, nada o demove de deixar para trás destruição e perda.
Sempre gostei do mar. De miúda fui habituada a entrar nele em zonas das mais rigorosas e perigosas. NUnca ia sozinha e o respeito pelo mar era-me sempre dado em tom de prelecção. Um dia, não na Nazaré mas em Vieira de Leiria se um primo meu, já homem, não me tivesse deitado a mão, ia enrolada numa onda e talvez hoje não estivesse aqui. Mas eu e a água temos afinidade. No norte, era mais novinha, caí na piscina da Casa Grande e se não fosse o meu saudoso pai, também lá tinha ficado. Enfim... mas gosto muito o mar. Sossega-me. Restitui-me o eixo, quando estou sem "norte".
Boa semana, meu amigo e tudo de bom!
HUG
ResponderEliminarOutro, meu amigo. Bem apertado! Cuida.te. Protege-te.
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