Anda comigo... ver o Alentejo

 


 


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fotografias minhas


"A tarde é a velhice do dia. Cada dia é uma pequena vida, e cada pôr do Sol uma pequena morte".


 


Arthur Schopenhauer


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"Para o desejo do meu coração, o mar é uma gota".


Adélia Prado


 


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"Os animais são pessoas, como nós somos animais".


Teixeira Pascoaes


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"O destino dos animais é muito mais importante para mim do que o medo de parecer ridículo".


Émile Zola


 


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Veja o mundo num grão de areia,
veja o céu num campo florido,
guarde o infinito na palma da mão,
e a eternidade numa hora de vida!


William Blake


 


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"Para além das ideias de certo e errado, existe um campo. Eu me encontrarei com você, lá "


Rumi


 


 


 


 

Comentários

  1. Maria, como de costume vou mostrar-lhe o meu gosto como sei.
    Alentejo.
    Ser mítico da minha infância
    Cantado por um tio desafinado
    Que não temia assassinar a música
    Com a sua voz
    Conhecida por toda a aldeia.
    “Ó Baleizão, Baleizão,
    Ó Terra baleizoeira,
    Hei-de ir para lá um dia
    Queira o Toninho ou não queira.”
    Mais tarde já jovem
    Apaixonei-me pelo Alentejo de Catarina
    Magistralmente cantada
    Pelo bardo Zeca Afonso.
    Em nove setenta e quatro,

    Desci das Terras Verdes ,
    Rumo ao sul Doirado.
    Sem roteiro, nem bagagem,
    Ao sabor da boleia
    Parei, onde parasse,
    Comi, onde comesse,
    Dormi, onde dormisse.
    Entrei por Vila Franca,
    Passei Vendas Novas.
    A pisar a estrada quente,
    Ou a rodar dentro de carro alheio,
    Poisei em Évora já alta noite.
    Ao outro dia à tardinha
    Pés na estrada
    Dedo ao vento
    A Deusa deixa-me frente a um quartel
    Estava em Beja.
    Um velho colega da primária,
    O Fernando do Copa,
    Dá-me as boas vindas.
    Depois de lembrar até altas horas,
    Durmo o resto da noite
    No banco do jardim.
    O dedo ainda me arrastou até mais a sul,
    Contudo fui para ver o Alentejo.
    Era um mar de oiro.
    Aqui, além, mais longe e mais perto
    Colunas de fumo
    Elevavam-se no azul transparente.
    Era o resultado de mãos criminosas
    Que saudosas do antes do vinte e cinco,
    Queimavam o pão do Povo.
    Zé Onofre

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  2. Muito obrigada, Zé.
    Tudo de bom para si e bom fim-de-semana

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