Praia dos Moinhos - Alcochete

 


 


 


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Acorda-se com um dia de sol promissor e ao sair, porque há que arejar a mente, deparamo-nos com um dia de tempestade rigorosa. Avança-se porque: *"Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol. Ambos existem; cada um como é." e cada gota no vidro do carro é um poema, apesar de a visibilidade na estrada ser quase nula.


 


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Mas pelo caminho desanuvia-se o tempo, como a mente se vai limpando. Aceita-se o frio (gelado) e o sol tímido com gratidão. A um café quente nunca se diz que não.




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Não está ninguém como já se esperava. Passeia-se, um pouco, pela Praia dos Moinhos vindos das Salinas do Samouco.




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Lisboa e a Ponte 25 de Abril ao fundo, quase imperceptível na paz do ondular borbulhante que retempera o humor e aclara a alma. 




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Fotografias minhas




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Já disse que se me fosse possível (e não é nada que não se possa realizar assim me predisponha a tal...)




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Gostava de fotografar uma boa parte das rotundas do nosso Portugal. De norte a sul...




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Esta é uma das que vale a pena parar e apreciar de perto, porque esta imagem não lhe faz jus.



 


 

 


*Fernando Pessoa 

 


 

 


 

 


 

 


 

 


 

Comentários

  1. Vamos fotografar as rotundas, algumas bem bonitas🤔

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  2. Boa noite!
    Olhe que valia a pena, Isaurinda! Há muitos anos que digo isto e arrependo-me de não ter fotografado algumas por onde já passei, mas que guardo com especial carinho até que lá volte e quem sabe não o faça! Há rotundas no país inteiro em certos locais, belíssimas com grande valor artístico e até ligadas ou expressando a história dos lugares. Seria bom que alguém se lembrasse de as fotografar e até compliar em livro, com a respectiva informaçáo. Outras infelizmente, mais valia não as consdtruírem. 
    Uma boa Páscoa e obrigada pela visita. 

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  3. Boa tarde, Isaurinda.
    Quando me referia a fazer referência ao lugar não queria dizer ter alguma placa com o nome, mas aos costumes das pessoas, aos ofícios e à história dos lugares! Algumas são homenagens a bombeiros e outros profissionais e até a produtos da zona.  Parte-se do princípio que quando se viaja e deparamos-nos com uma, se sabe onde se está. Além disso, muitas rotundas não têm indicação nenhuma próxima, sequer o nome do sítio. E tantas delas estão feitas "às três pancadas".

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  4. Eu percebi, a de Beja faz referência a força aérea..
    Palmela tem uma garrafa de moscatel.
    Grândola a letra da música do 25 de abril.

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  5. É verdade!  Estamos em sintonia. Realmente isto de estarmos a "falar" à distância sem olhos, nos olhos é diferente. Está visto que nós as duas temos de ir fotografar as nossas rotundas, porque ainda ninguém se lembrou que muitas valem esse gesto e também discernir sobe elas.Reitero! Davam um interessante livro. Boa Páscoa! um beijinho

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