Praia dos Moinhos - Alcochete

Acorda-se com um dia de sol promissor e ao sair, porque há que arejar a mente, deparamo-nos com um dia de tempestade rigorosa. Avança-se porque: *"Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol. Ambos existem; cada um como é." e cada gota no vidro do carro é um poema, apesar de a visibilidade na estrada ser quase nula.

Mas pelo caminho desanuvia-se o tempo, como a mente se vai limpando. Aceita-se o frio (gelado) e o sol tímido com gratidão. A um café quente nunca se diz que não.

Não está ninguém como já se esperava. Passeia-se, um pouco, pela Praia dos Moinhos vindos das Salinas do Samouco.

Lisboa e a Ponte 25 de Abril ao fundo, quase imperceptível na paz do ondular borbulhante que retempera o humor e aclara a alma.

Fotografias minhas


Já disse que se me fosse possível (e não é nada que não se possa realizar assim me predisponha a tal...)

Gostava de fotografar uma boa parte das rotundas do nosso Portugal. De norte a sul...

Esta é uma das que vale a pena parar e apreciar de perto, porque esta imagem não lhe faz jus.
Vamos fotografar as rotundas, algumas bem bonitas🤔
ResponderEliminarBoa noite!
ResponderEliminarOlhe que valia a pena, Isaurinda! Há muitos anos que digo isto e arrependo-me de não ter fotografado algumas por onde já passei, mas que guardo com especial carinho até que lá volte e quem sabe não o faça! Há rotundas no país inteiro em certos locais, belíssimas com grande valor artístico e até ligadas ou expressando a história dos lugares. Seria bom que alguém se lembrasse de as fotografar e até compliar em livro, com a respectiva informaçáo. Outras infelizmente, mais valia não as consdtruírem.
Uma boa Páscoa e obrigada pela visita.
ResponderEliminarBoa tarde, Isaurinda.
ResponderEliminarQuando me referia a fazer referência ao lugar não queria dizer ter alguma placa com o nome, mas aos costumes das pessoas, aos ofícios e à história dos lugares! Algumas são homenagens a bombeiros e outros profissionais e até a produtos da zona. Parte-se do princípio que quando se viaja e deparamos-nos com uma, se sabe onde se está. Além disso, muitas rotundas não têm indicação nenhuma próxima, sequer o nome do sítio. E tantas delas estão feitas "às três pancadas".
Eu percebi, a de Beja faz referência a força aérea..
ResponderEliminarPalmela tem uma garrafa de moscatel.
Grândola a letra da música do 25 de abril.
ResponderEliminarÉ verdade! Estamos em sintonia. Realmente isto de estarmos a "falar" à distância sem olhos, nos olhos é diferente. Está visto que nós as duas temos de ir fotografar as nossas rotundas, porque ainda ninguém se lembrou que muitas valem esse gesto e também discernir sobe elas.Reitero! Davam um interessante livro. Boa Páscoa! um beijinho