A linda e histórica Aljustrel
Como noutras publicações constantes neste blogue, as fotografias foram tiradas por mim





Visto assim, não mostra a real beleza que se apresenta nem na minha frente, quer atrás de mim.

Alminha Santa Bárbara

Resumida A história de Santa Bárbara nesta placa conta-nos como era uma jovem (turca) bela e filha de um homem abastado, preocupado com a possibilidade de a filha, que prendeu numa torre, se movimentar na sociedade corrupta. Não obstante, e resolvendo libertá-la, a filha também recusasse todos os pretendentes que a cortejavam, criou-se no espírito do pai a desconfiança de que ela o fazia por desfeita de a ter fechado na Torre. Então um dia resolveu deixá-la conhecer a cidade. Pouco depois o homem teve de ausentar-se e quando regressou a sua amada filha converter-ase à fé Cristã. Provavelmente seria fruto da visita anterior e contacto com alguém. Revoltado, tentou por tudo que ela renegasse essa fé e voltasse à fé original professada pelo pai. Como nada surtisse efeito, o homem denunciou a própria filha que, foi condenada a ser decapitada.
Porém, o ódio e decepção do pai eram tais, que o próprio a terá decapitado após terem-lhe sido cortados ambos os peitos. Foi nesse imediato instante que o céu "rugiu" e, saindo dele um relâmpago, fulminou o homem instantaneamente. Devido a isso, Santa Bárbara é a padroeira dos mineiros, bombeiros e quem trabalha com o fogo.

"Santa Bárbara é particularmente invocada contra a morte imprevista (aludindo à do pai, conforme a lenda), os relâmpagos (daí a frase popular «só se lembram de Santa Bárbara quando troveja») e o fogo. A sua proteção estendeu-se às pessoas expostas ao perigo de morte imediata no trabalho. É padroeira dos mineiros, bombeiros, artilheiros, operadores de fogo-de-artifício, arquitetos e moribundos. Nos navios de guerra, o depósito das munições é denominado “Santa Bárbara”.




"O santuário de Nossa Senhora do Castelo deslumbra no encanto da vasta paisagem. Uma majestosa escadaria sobe o serro; desde a rua de Nossa Senhora do Castelo até ao adro da igreja é um percurso tanto bonito como obrigatório.
A construção do Santuário é atribuída a D. Paio Peres Correia, após a conquista do Castelo, no reinado de D. Sancho II. Em 1510, este Templo foi restaurado com traça manuelina. Mais tarde foi revestido de azulejos, tipo maçaroca e de tapete do século XVII.
Contam as lendas que o construtor pretendia deixar fora do templo uma rocha (sob a qual a Virgem Maria tinha aparecido após a conquista cristã) e todas as noites, o templo ruía misteriosamente. Quando, a mesma rocha, foi incluída no Santuário, conseguiu-se concluir finalmente a sua edificação sem uma única derrocada. Diz quem passa: “Se um dia a rocha for retirada, por ali entrará o mar que inundará toda a vila”, acreditando muitos que se lhe encostarmos o ouvido, se consegue ouvi-lo(mar)".







Aljustrel é uma tela viva, uma explosão de cores para quem chega pintada, com mestria, ao longo do que a nossa vista alcança. Tem de ser vista não só com os olhos, mas o coração. Degustada na sua rica da gastronomia e espectacular vinho alentejano.

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