Tempos sinistros, estes!
Começo por repetir o que afirmei numa publicação anterior: vivemos tempos sinistros. Actualmente os polícias são os "meliantes". Os "outros" todos, os bons da fita; tendo os primeiros de abrigar-se para não serem engolidos pela turba em convulsão, liderara por gente que instrumentaliza e se deixa instrumentalizar.
Não quero dizer que o protesto não fosse legítimo. Porém... eu gostava de saber a quantas portuguesas, numa manifestação em Itália, é permitido pintar montras, incitar ao desacato e à destruição de propriedade pública?
Estarão lembrados dos cinco portugueses que a "profanaram" bandeira na Letónia.
Todos vimos as imagens de ontem. Como assistimos às declarações e ao acicatar, de inúmeros manifestantes que acham por bem, hoje em dia, insultar, atacar e desautorizar a polícia, com certeza, investindo-se a si próprios na autoridade suprema! A única legítima e incontestável.
Há tempos, tão lamentavelmente como ontem, lia-se um cartão empunhado orgulhosamente por um jovem, noutra manifestação declarar que: "Polícia bom, é polícia morto".
Creio que será a opinião geral de muitos que ontem lhes atiravam garrafas, pedras e demais objectos. Porque eles, manifestantes, estavam ali para lutar pelo direito à habitação!
Mas a polícia, cada elemento dela, não tem casa! Família, merece contemplação.
A polícia não é humana! É o inimigo. Um alvo a abater. Um polícia não está, a fazer o seu trabalho. A ganhar o seu pão. Enfim...
"Os polícias que procediam à abordagem foram cercados e atacados, através de agressões físicas, com contato direto, do arremesso de pedras e de garrafas de vidro, pelo que optaram por entrar num supermercado ali existente, para se protegerem e protegerem as duas manifestantes abordadas. Outros manifestantes tentaram forçar a entrada no supermercado, pelo que foi necessário o uso da força e meios coercivos de baixa potencialidade letal, bem como mobilização de reforços policiais para conter as agressões em curso. Várias viaturas da polícia na zona foram vandalizadas".
Lamento as pessoas idosas, postas compulsivamente na rua, por senhorios malandros que os desalojam, ao fim de uma vida inteira em casas, onde tiveram e criaram filhos, cumpriram com as rendas escrupulosamente todos os meses, para lucrarem com as habitações; muitas, localizadas em avenidas e sítios que rendem bom dinheiro vendidas a estrangeiros, transformadas em mais e mais Alojamento local para sugar turista.
Não concordo com as rendas exorbitantes que se cobram e as negociatas que se fazem, quer com estudantes, quer com imigrantes. Estou absolutamente ao lado de quem, realmente, se queixa porque não pode fazer face à vida. Mas não!
Jamais concordo com muitos dos que ali estão, que gritam e esperneiam sem motivo.
Gostaria de ver muito menino e menina daquelas, a viver em campos de refugiados! Há mais de um ano, a sobreviverem em caves e qualquer buraco, sem água, gás, luz, o que comer, para escaparem a uma guerra miserável.
A viverem da caridade dos outros e tanta situação que existe no mundo... o que seria dessa gente que grita? Agita bandeiras e trata a polícia abaixo de cão? Mas quando se vê em apertos clama por ela!
Afinal não há fome que não dê em fartura, há que gritar: se não for pela casa, é pelo ensino, os animais, o ambiente, a igualdade de género, a cor da pele, o assédio, o custo de vida, os abusos na igreja, os fora dela, a ciclovia, a ausência dela, a guerra, a paz, se chove, faz sol...
Não sei como hei-de agradecer, tudo o que acabas de deixar escrito neste comentário. Porque melhor que eu, no meu texto, dizes exactamente o que penso, sinto e aquilo que queria explicar. Não há uma linha, uma vírgula a mais nem a menos no que dizes.
ResponderEliminarAcho que o direito de as pessoas se manifestarem e por que razão válida o fazem, nunca esteve nem deve estar em causa. Há que ter em conta como se manifestam e por quem e para onde se deixam arrastar, porque isso deixa de servir a quem se manifesta e passa a servir os interesses de quem não interessa, que sirva.
Muito, mas muitíssimo obrigada por dizeres tão bem e certeiro, o que, talvez um pouco baralhado, consegui dizer. Um bom domingo, PJCortes e muito obrigada pela visita. Uma boa semana! Obrigada por ires passando pelos meus cantinhos.
De novo. Muito obrigada! Uma boa semana, PJCortes
ResponderEliminarÉ uma imitação rasca do que também se vê em França, sempre com os mesmos personagens e com as mesmas ideologias.
ResponderEliminarEstes nojentos nunca vão ser adultos, a grande maioria nunca teve dificuldades na vida e não sabe o que é ter as coisas com TRABALHO.
Pergunto-me se esses parasitas também atiravam garrafas a políticos que ali tivessem no lugar dos policias.
São uns manifestantes de "meia-tigela" sempre "colados" ao que vem "lá de fora", quais programas miseráveis de televisão que nos servem, tudo decalcado de outros, às vezes do tempo da "Maria Cachucha", mas aqui é sempre "Estreia".
ResponderEliminarA maioria nunca soube, nem lhe passa pela cabeça, o que realmente é ter dificuldades. Limitam-se a ser um bando de papagaios a duplicar as falas do "dono" e só são atrevidos com a polícia. Quando são supreendidos numa daquelas ruas de Alfama, Mouraria ou Bairro Alto à noite, por um encapuçado com um navalha, nem que seja de plástico, borram-se todos!
Ou então, como aconteceu outro dia; aquele bando de meninos desocupados que assaltava, batia e humilhava os imigrantes indianos e depois publicavam na net.
Essas sim, são pessoas que sabem o que custa a vida! Atravessam o oceano em busca de melhor vida, depois de pagarem a bandidos que os roubam e muitos perdem a vida, antes de chegar a bom porto. Algum que os atacava foi preso?
Enfim! O que sabem estes tipos da vida? Da chamada vida real? Não digo que não houvesse muito boa gente com razões para se manifestar, como aquele idoso que querem desalojar e outros. Mas na verdade... é lamentável.
Uma bos semana, Alexandre! Obrigada pela visita.