Dizem que quem vê caras, não vê corações...

A saúde anda periclitante. Este calor que arrasa, não ajuda! Mas uma coisa que gosto, ajuda-me a ficar mais calma, limpar a cabeça, a ponto de espantar males, é cozinhar. Ainda que seja uma tarefa "puxada" encaro-a sempre com prazer e como escape!
A minha filha e o meu genro adoram uns pãezinhos que faço. Hoje decidi, além deles, para estar entretida e não pensar na falta de ar, no resto e no quão difícil são estes dias, fazer pães de leite.

Levantei-me cedo para conseguir suportar o calor da lida. Posteriormente o do forno, numa casa como a minha que recebe sol na sua plenitude, mal ele nasce, até que diz adeus no horizonte. Logo: começar pela fresca ajuda!

Como me trocaram as voltas ao almoço e tive que guardar a vontade do pãozinho com fiambre e uma sopinha para a noite, porque com esta canícula perco o apetite... há tardinha, deram-me as saudades das farturas. Que ainda não vi e consequentemente não pude comprar.
Como quem não tem cão, caça com gato, pus novamente as mãos na massa e fiz o que pude. Podem não estar iguais às da Feira de aspecto. Mas estão muito menos gordurosas e igualmente boas! De modo que lá marcharam o pãozinho de leite, a sopinha e duas farturas.
Dos lugares onde moram não sei... mas por aqui não se aguenta o calor! Para se conciliar o sono é um martírio. Para respirar está um bafo quente que sufoca! Enfim...
Temos de viver com o que temos!
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