Saúde - Serviço público e privado

 



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Em dia de greve na saúde, com consulta marcada há tempo, revivi, às oito da manhã, o abrir da porta com mais de vinte pessoas à espera. Para nada!
A diferença entre o Serviço Público e o Privado, continua a ser a má educação de muitas pessoas que não sabem ser, nem estar, num guiché de atendimento, como nunca saberão estar e ser, na vida.




Alguns no mesmo Serviço Público que fazem o seu trabalho. Informam antes que o médico não estará presente; embora o clínico não seja obrigado a informar previamente que faz greve, evita que os utentes se desloquem, às vezes, de muitos quilómetros, para voltar de mãos vazias e muitos euros despendidos no transporte. 
Uma nova consulta já agendada, com um pedido de desculpa, ainda que a funcionária não seja "culpada" de haver greve, um direito de todos, pressuposto da parte do médico e dela, que está a comunicar ao telefone o sucedido. Há coisas boas no serviço público! Muita gente válida e com noção.
Ou... no mesmo Serviço uma fulana que entra com cara contrariada ao ver uma fila enorme e uma vez os utentes na sua frente, diz que a médica não vem. Nova consulta só para Dezembro. Que vá lá novamente amanhã para marcar. Como amanhã volta a haver greve, é melhor fazer de conta a senhora respondeu-nos com um sorriso, delicadamente e que não é lerda!
Ou... como se mantenha arrogante, repudiando um diálogo normal, nada melhor, uma vez que sabemos que o médico, excepcionalmente, tem uns dias guardados (com prazo nos 5 dias subsequentes) para colmatar estas situações, - antes de Dezembro, - ou permitir que algum caso mais sério, alguém cuja consulta já sofreu desmarcação seja atendida, pedimos o nome da senhora, completo e enquanto continua a sua caminhada para a ignorância, viramos costas! E vamos após apanhar filas de trânsito descomunais, até perto do mar! Respirar e olhar o céu.
Concluindo que no Serviço Privado, nada disto acontece! Existem telefones que são atendidos; emails que se enviam com marcação/desmarcação; avisos atempados, quer por pelos meios anteriores ou, mensagens por telefone. Normalmente espera-se dez minutos, ou mal se tira a senha, já se está a ser chamado! 
Há mínimos e máximos que devem ser cumpridos, exige-se profissionalismo e simpatia. Quem não quer trabalhar pode igualmente ir dar uma curva.


 


 

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