O Arrozinho de Polvo

Fotografia minha, 2023, tirada naquele sítio onde provavelmente já estiveram. Ou não...
Quem terá sido o primeiro homem ou mulher no mundo a deslocar-se, ou visitar um lugar aonde outros jamais puseram pé? Falamos de há muitos, muitos anos, séculos. O primeiríssimo(a)?
Porque desde aí todos vamos aos sítios onde outros estiveram. Haverá quem vá lá após nós. Ai, ai...
Isto para dizer que a este lugar onde fui e outros estiveram antes, hão-de passar por lá depois, o Arrozinho de Polvo estava um mimo! Um bocadinho puxado no picante, o pimento cortadinho, mas já se sabe. São estratégias para atrás de uma cerveja vir outra. Um jarrinho de tinto, dar lugar a outro.
Como nós deixámos as cadeiras onde nos sentámos vazias. Para quem, após termos lá estado, se sentar nelas, já ocupadas por inúmeros, antes de nós! Esta publicação parece parva? Acreditem que não é!
Suscitará a dúvida se tem tantos tentáculos como um polvo? Nem lá perto! Mas que o Arrozinho estava bom, estava! O dia bonito. O mar ali ao lado. O sol bravo e o toldo, vermelho, bem podia ser verde, a fazer efeito de estufa. Mas nada que uma cervejinha fresca não sanasse. Um copinho aliviasse, ou uma Seven Up, Coca-cola, por aí... Que eu não bebo! Mas quem gosta dele branco, tinto, rosé ou morangueiro... faz bem!
Resumindo: Têm de ir lá! Aonde eu fui. Um sem nunca acabar de pessoas já estiveram. Uma chatice eu sei... andarmos todos por onde outros já andaram e não podermos reclamar a patente para nós.
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