Cartões de Natal II - Primeira Feira de Natal

 



Também pouco me falta para parecer um elfo. Qualquer fato verde, meias às riscas, sapatos arrebitados na ponta e barrete com guizo e passava bem por um. 


Quando era pequena os jogos, rifas, de presentes, neste caso, chocolates, eram "obtidos" assim. Cada furinho, feito com um género de lápis apropriado, revelava por trás o "troféu" ganho. Uma sombrinha de chocolate, "Regina", outros da mesma marca; ou, podiam alternar com os da "Favorita". Na altura, ambas, marcas de grandes Chocolateiras rivais.

Hoje as rifas já não são bocadinhos de papel de seda coloridos, enrolados sobre si, com um número dentro, a equivaler ao prémio preso num quadro por um elástico. Nem os furinhos no cartão, que, mediante o custo de cada, perfurávamos em euforia, aguardando o tão delicioso brinde. Hoje, ao vê-lo não resisti a "imortalizar" uma coisa tão simples que fez, na altura, tanto miúdo feliz! 


 


 

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