Como fazer um Centro de Mesa simples (passo a passo)

 




 


Publicado originalmente em Dezembro de 2019


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Costumo fazer todos os anos, os centros de Natal cá para casa e alguns que a família me pede. Não é difícil. Não sai caro! Vou tentar explicar detalhadamente, (talvez seja útil para quem queira fazer) um, sem grande esforço ou dispêndio.
Então: podem fazer-se com ramos simples que, com a ajuda de arame fino, se dê a forma de coroa. Prender-se neles o pinheiro, abeto, ou azevinho e, por exemplo, paus de canela, folhas de louro, rodelas de tangerina secas, depende do gosto e da imaginação. 


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Eu tenho há bastante uma cesta com pinhas, que adoro apanhar na natureza. Faço-o, regularmente, quando me desloco a algum lugar bonito onde as haja e substituo as mais velhas, ou já inutilizadas, por novas. Estas são da Fonte da Telha, Mata dos Medos, algumas do Pinhal de Leiria (ainda) e vários lugares por onde passo. Tenho igualmente hastes de azevinho (que, para não as colher na natureza e nem sempre se encontra à venda) imitam muito bem o natural. Bolotas e bolinhas de cedro, que também apanho. Como disse atrás, gosto sempre de lhes juntar pau de canela e outros, com o cheiro do pinheiro, é delicioso. E velas! Muita luz é o que se precisa. 


 


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Primeiramente: Na florista comprem uns raminhos de abeto ou, de pinheiro. Se não os quiserem cortar na natureza. Quem nos dera mais árvores, sem as estarmos a privar dos ramos. Como dizia, comprei abeto, porque me disseram não deitar tantas agulhas, quando seca e, consequentemente, não suja tanto. Gastei no abeto (3 hastes, bem cheias) 3,50 €


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Vão precisar desta esponja verde (que se compra no "chinês", mais barata) que na florista. Uma faca e uma tesoura. Esponja, na imagem, que se pode cortar e manipular como quisermos, para fazer os centros. Custo da esponja: 1 euro.


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Primeiros passos...


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Com a tesoura, cortamos os raminhos e vamos começar a montar o centro, consoante, quisermos. Redondo, maior e mais cheio. Menor, mas não menos bonito, no fim. Ou alongado, caso se queira rectangular. E vamos enchendo, depois, a esponja à volta, de raminhos. Primeiro os maiores, até diminuir o tamanho mais para cima. Sempre tapando e preenchendo: intercalando com o que quisermos e tivermos "coleccionado". No meu caso são as pinhas e restante material (da cesta).


 


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Na imagem acima, a esponja, já toma forma de centro, toda "catita." As velas reaproveito-as, enquanto boas. Quando acho melhor, compro novas. 


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Como disse podemos fazer em altura ou, aproveitando a esponja toda na largura, acrescentar-lhe outra até, fazer um maior na horizontal. Pôr-lhe velas mais bonitas, mais baixas também. Outros adornos mais ricos. Enfim... cabe ao gosto de cada um.


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Eu gosto deles simples, sem fitas, dourados, purpurinas, ou figurinhas "encavalitadas".


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Resumindo: Com um pouco de neve em ‘spray’, vejam o resultado obtido. Neve essa, que dura desde o ano passado e custou-me 1,50 cêntimos. Passemos, ao segundo: 


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Pinhas maiores, bolotas pequeninas. Uns cogumelos pequeninos, um pedaço de bagas a imitar azevinho e as tais hastezinhas também de plástico. Uma alcachofra seca, que envernizei. E neste não pus neve! Podem acrescentar umas folhas-secas envernizadas. De plátano, por exemplo, fica bonito, se estrategicamente colocadas. Se gostarem pôr-lhe um laço, axadrezado verde e vermelho, muito apropriado para a época.


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Vamos fazer a conta? Três euros e meio, do abeto. Mais, um euro da esponja. Se tivesse de comprar neve, um euro e meio, dá um total: Seis Euros! Por quanto se compraria cada um, numa florista, ou grande superfície?  Não menos de 15 euros, 20, ou mais. E podemos dizer que foi feito por nós, com amor, para quem se gosta de mimar.


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Nos nossos passeios, no Outono, quer no campo, floresta ou na praia, se estivermos atentos, encontramos sempre material bonito para o que pretendemos. E dar largas à imaginação é o mote.


 


 


 


 




 

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