Pode ser considerada a Árvore do Ano
Extracto da publicação original dividida em três partes feita em 14-05-2018, actualizada hoje.

(Todas as fotografias, são minhas)

O Palácio de Mateus é considerado uma das mais bonitas casas do período barroco no nosso país! Dois dos exemplares existentes na propriedade, que nos cumprimentam logo à chegada, para os quais olhamos com a deferência que requerem, um, pode ser agora eleito a "Árvore do Ano."




Um lugar idílico. Mágico! Com os pássaros a guiar-nos, rejubilantes em cada recanto. Uma visita tranquila, um voltar no tempo que jamais esquecerei e onde pretendo, assim a saúde permita, voltar.

Para quem, como eu, cresceu entre paredes e tradições nortenhas é algo intraduzível lembrar em cada recanto. Vivências e cenários iguais, onde só faltaram os pavões com os seus leques abertos, o "vociferar" característico e as penas que eu apanhava e guardava, como a tesouros incalculáveis.


A entrada para a "Casa do Prado" era muito semelhante a esta. Embora aqui se trate de uma lateral e, creio, não tenha visto as camélias, rosas, dálias, crisântemos e o buxo desenhado com animais que adornavam aquele, como este, "corredor."

Havia um jardim como este e um lago na parte lateral da outra Casa que levava à cozinha. Nele peixes-dourados e laranja. Aqui existem algumas diferenças, este maravilhoso conjunto de lagos e de bucho também trabalhado artisticamente.
Mas enquanto lá eram cisnes e outros animais "recortados", entre canteiros, pomar e vinha, a que parece ainda sinto o cheiro da frescura, da beleza, que se me tatuaram na memória, aqui são outros lugares e tantos recantos marcantes, que trouxe vincados igualmente, no coração.



Outro gigante ancião...
Se estes gigantes falassem. Pudessem contar-nos desde o tempo em que eram pequenos arbustos, depois jovens árvores, as histórias que presenciaram. A fibra de todos os que os mandaram pôr ali, ou plantaram com as próprias mãos. As suas lutas, romances e exemplo.
Comentários
Enviar um comentário