"Tão ladrão é o que rouba a horta, como o que fica à porta".

O que me "diverte" sempre no servilismo português perante os Estados Unidos ou outra potência, para não lhe chamar o vergonhoso baixar de calças habitual, são as desculpas esfarrapadas que se inventam para legitimar o ilegitimável.
Portugal na "pessoa" dos seus mui hábeis e dignos governantes "só" deixa que os monstros americanos assentem rodas no solo das Lajes se, mas também: "as operações se destinarem a reabastecimento, estacionamento e sobrevoo de aeronaves, não sendo permitidas descolagens para ataques ofensivos directos a partir de solo português". Utilizando aqui um vulgarismo ianque... What?! seguido do nosso tão assassinado português; Homessa!
Portugal na "pessoa" dos seus mui hábeis e dignos governantes "só" deixa que os monstros americanos assentem rodas no solo das Lajes se, mas também: "as operações se destinarem a reabastecimento, estacionamento e sobrevoo de aeronaves, não sendo permitidas descolagens para ataques ofensivos directos a partir de solo português". Utilizando aqui um vulgarismo ianque... What?! seguido do nosso tão assassinado português; Homessa!
Que raios de dúvida existe em: um avião descolar de determinado poiso para abastecer outros em voo que atacam o Irão e países nas redondezas e o estar, desse modo, ao recarregar-los, alimentar os ataques?! Está tudo cego, mouco, burro, ou querem-nos fazer?!
Neste momento Portugal é um alvo tão "aliciante" como qualquer que se perfile com os Estados Unidos nesta ofensiva. Demos graças, no fim do conflito, que estará muito longe de ser atingido, se conseguirmos passar "entre os pingos da chuva", bem conhecida que é a "sede de vingança" e o aplicar da palavra dada quando países do Médio Oriente juram retaliar.
É certo e sabido que podem passar dias, meses, anos, mas a vontade de vingança não esmorece para aqueles lados. Pelo contrário. É ainda mais calculista e impiedosa. Mas não há crise!
Estamos seguríssimos. Entre todas as capacidades nacionais:
O nosso arsenal militar mete respeito.
Temos bunkers em toda a parte.
A população está treinada e, em caso de ataque, porta-se civilizadamente e com grande serenidade põe em práctica as estratégias de evacuação ou recolher.
Portanto, "corações ao alto". Fica-nos sempre bem dizer "amén" a quem invade, até porque os seus monstros alados só reabastecem outros que fazem festinhas no terreno.
Boa semana!
ResponderEliminarMuito obrigada, Pedro! Boa semana também para si, com tudo de bom.
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