Museu Judaico - Belmonte

 

 

 


 


 

 


 
Há muito que queria visitá-la, bem como à lindíssima vila que teve foral em 1199. Em Belmonte não é só a muita e importante história que nos é relatada, é também um majestoso promontório que nos espera e extasia.


 
 A resistência dos judeus sefarditas à intolerância religiosa na Península Ibérica é-nos aqui contada pelos seus parentes mais directos actualmente. 
 


 
Num tempo em que a Inquisição reinava e as perseguições severas e desenfreadas aterrorizavam a população, muitos judeus, sentindo-se encurralados, fugiram.
 

 Outros que ficaram, por decreto real, foram obrigados a converter-se. Optando alguns, a quem se passaria a chamar "Marranos", por isolarem-se completamente do resto do povo, vivendo a sua religião e costumes à risca.  

  
 
O Tanakh é composto pela Torá (Cinco Livros de Moisés). O Talmud é uma colecção de tradições orais e comentários rabínicos. 

 
Prácticas Judaicas 
 
 
Crença estrita num único Deus criador. Cumprimento do Shabat, o dia de descanso semanal que se verifica ao sábado, dedicado à oração e à família. Ida à sinagoga, o local de culto, de estudo e de reunião comunitária. E a obrigação de respeitar o Kashrut, as leis que definem os alimentos permitidos, a que se chama kosher.







 
As mais importantes datas festivas são o Pesach (libertação do Egito), o Yom Kippur (Dia do Perdão) e o Hanukkah (Festa das Luzes).
 
 


 
 
 
Come-se bem nesta maravilhosa terra, onde a sopa (de feijão pequeno) nos é servida da terrina pela mão da empregada de mesa, com uma concha para o prato, perguntando-nos quem nos serve se está bem ou se queremos mais. 
 

 
As travessas dão para quatro ou cinco, o sabor é o da tradição da nossa terra, o preço é acessível e quase todos saem com uma caixinha de "restos", dada a generosidade da dose.
  
 
 

 
 


 

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