Celebrar a pequenez e contentar-se.
Imagem: Federação Portuguesa de Futebol todos os direitos de imagem e de texto respeitados e atribuídos Celebrar a nossa pequenez e contentar-se pode ser sinal de inteligência e sensibilidade se nos dermos conta de que no mundo somos pequenos grãos de pó que, unidos a mais, podendo ser diversos e muito mais capazes que nós, ou, ainda, de alguma forma menores do que somos, formam a Terra. Sendo necessários para tornar o mundo, Mundo, todos. Desde os menos, aos comumente, até aos superiormente privilegiados, todos somos elos precisos nesta cadeia. Mas celebrar a pequenez de uma nação constantemente contentando-se e rebaixando-se, havendo nesse todo que a perfaz, capacidade para a tornar grande, a par de outras, é inaceitável. Sendo, contudo, incompreensível e irremediavelmente um costume português! Rejubilamos porque se contam dez anos após a conquista do Campeonato Europeu, primeira e única, quando em dez anos, se resumirmos a Espanha e a França, os títulos conquistados, se ...


